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MANOELA BALAN

Vocalista

Manoela Balan começou a cantar muito cedo, aos três anos subiu em um palco e pediu para cantar, desde então nunca abandonou o sonho de ser cantora. Aos 9 anos, lançou seu primeiro CD, com músicas Infantis. As faixas “Não foi tão bom assim” e “Mais um dia que te chamo”, tiveram grande repercussão no sul do país, alcançando grandes rádios chegando a top 10 em algumas rádios de Santa Catarina.

Ao completar 17 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro. Trabalhou como modelo nos primeiros meses, e ao encontrar seu espaço na música, passou a percorrer o estado do RJ, Minas Gerais e São Paulo com agenda cheia. Além disso, foi vocalista da banda Chocolate Groove Band, banda do baterista Chocolate, onde aprofundou-se na Black music. Teve o privilégio de dividir o palco com Henrique e Diego, Michel Teló (Grupo Tradição), Claudio Zoli, Milton Guedes, Junior Lima (Sandy e Junior), Aleh Ferreira e Léo Maia.

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CADU DUARTE

Vocalista

Cadu Duarte teve suas primeiras experiências com o palco muito cedo. Aos 4 anos de idade já cantava em homenagens e festivais da escola em sua cidade natal, Alfredo Wagner/SC.
Foi solista em coral de igreja, participou de concursos e festivais de música, se apresentou em programas de TV e em diversos outros eventos ao longo de sua infância.
Já na adolescência, começou seus estudos de técnica vocal e canto.
Durante 5 anos fez parte da Cia Grito de Teatro, companhia de Florianópolis especializada na produção de espetáculos musicais.
Na Cia, esteve envolvido em diversas montagens teatrais, atuando e colaborando na produção musical. Também viajou pelo país com apresentações junto ao Coral Grito, projeto reconhecido nacionalmente.

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NADO MALICHESKI

Vocalista

Nado Malicheski começou a trajetória musical aos 13 anos num grupo de pagode. Tendo como ídolo o próprio pai, aos 15, o manezinho da ilha foi convidado por Bira Malicheski a cantar no grupo Lince e Bando. Nado deu continuidade a carreira com o grupo Anjos da Noite, formado pelo próprio, o pai e o irmão mais velho, Charlye Malicheski. Paralelo ao Anjos da noite, Nado foi convidado a fazer shows interpretando sucessos de Legião Urbana, Roberto Carlos, dentre outros artistas de renome nacional com a produção de Marco Camargo, ex-jurado do programa Ídolos, mas o conflito de agenda de ambos acabou atrapalhando a concretização do espetáculo. Nado está desde a fundação do Projeto Z e participou durante 2 anos da Zawajus.

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FELIPE NASCIMENTO

Baixista

O manezinho da ilha, Felipe Nascimento, começou a história com a música aos 16. A igreja católica da Trindade foi o início de uma experiência que já dura mais de 20 anos. Paralelo à essa banda da igreja, Nascimento montou uma “banda de garagem” estilo pop/rock. Com 17, o músico tocou durante três anos em algumas bandas de samba e pagode da cidade e em 2002 foi convidado a ingressar na antiga Zawajus. Presente desde a fundação do Projeto Z, o músico desempenha trabalhos paralelos como participações em DVDs e CDs de artistas da terra e tem na bagagem a experiência de ter tocado com artistas internacionais como a cantora camaronesa Nicole Obele.

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MATEUS SCHÄFFER

Guitarrista

Atualizando…

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BETO TORQUATO

Tecladista

Beto Torquato (Teclados), catarinense de Florianópolis, teve sua iniciação na música em 1987, com doze anos de idade quando veio a integrar a fanfarra do colégio. Desde então a música começou a fazer parte de sua vida.

Com o pai sendo DJ e divulgador de uma empresa fonográfica, suas influências musicais foram as mais variadas possíveis: entre os anos 70 , 80 , Toto , Supertramp , Pink Floyd até  bandas nacionais como Roupa Nova , Titãs , Legião  entre outras .

Participou de várias bandas do cenário musical de Floripa,  como:  Triângulo sem Bermudas, Banda Lugphil ,  Banda Frequência Urbana, Banda Rosa dos Ventos, Dazaranha , Zawajus , Electric Circus e Faraway.

Atualmente , Beto Torquato é produtor musical e tecladista da Banda Projeto Z.

 

“Quando saio pra tocar me divirto , estou com meus melhores amigos , e sinto um orgulho enorme de fazer parte de uma das melhores bandas de Santa Catarina”

                                                                                                             Beto Torquato

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MARCOS EGON

Baterista

Marcos Egon, nascido em Natal/RN, mas manezinho da ilha desde os 7 anos, consegue relembrar o primeiro contato com o instrumento que escolheu – a bateria. Aos 4 anos, ele diz que os pés nem chegavam no pedal, mas já queria “batucar”. Com essa persistência desde pequeno, aos 16, Egon montou com amigos a primeira banda de estilo rock chamada Indyce. A parceria deu tão certo que em 1992, o grupo gravou um CD e em 2004, os garotos seguiram rumos diferentes na música. O baterista passou por outras bandas da cidade por dois anos. Marcos Egon, além de baterista do Projeto Z é um dos fundadores do grupo e também esteve durante 7 anos na antiga Zawajus.